domingo, 30 de dezembro de 2012

Who honors those we love for the very life we live? Who sends monsters to kill us, and at the same time sings that we will never die? Who teaches us what's real and how to laugh at lies? Who decides why we live and what we'll die to defend? Who chains us? And Who holds the key that can set us free... It's You. You have all the weapons you need. Now Fight! 



Babydoll in Sucker Punch


quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

It's not always rainbows and butterflies



Maroon 5 in  She will be loved

domingo, 14 de outubro de 2012

"As pessoas não deviam ficar sozinhas nunca"

Mr.Kang in "More than blue"

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

You shut your mouth 
How can you say 
I go about things the wrong way 
I am Human and I need to be loved 
Just like everybody else does 

t.A.T.u. in  How soon is now?

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Fato

Como diria Ivete: É de babaixá! É de balacubaca!

Ivete Sangalo in Céu da Boca

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Very quiet



Mary had a lamb
His eyes black as coals
If we a play very quiet, my lamb
Mary never has to know


Evanescence in Lose Control

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Distância

" Por que as pessoas legais tem que morar longe?"

Freund in Conversas

Como um nikkei

Apenas compreendemos o que outrem sente, quando nos colocamos em seu lugar vivenciando situações semelhantes. Partindo deste ponto, acho interessante aquilo que chamamos de experiência antropológica, ou seja, participar do dia-a-dia de um grupo se tornando parte dele, acreditando por fim, ser sua imagem e semelhança. Creio que tenha vivido uma, tal qual viveu Malinowski (1884-1942) entre os Kula e, sobretudo, Franz Boas (1858-1942) entre os Kwalkiut; eu estaria entre os japoneses nikkeis. Já respondo de antemão para os que possam se perguntar: Sim, eu me sinto um japonês. Apesar de não ter descendência nenhuma asiática, somente os olhos pequenos (pequenos, não puxados), posso jurar que sou um japonês às vezes.

Posto isto, eu explico. Já há alguns anos tenho convivido cada vez mais com descendentes de japoneses, creio que cerca de 85% dos meus amigos e círculo social hoje seja formado por japoneses*. Sempre admirei a cultura e seu povo, história, modo de vida, problemas sociais, idioma, comportamento. Gostaria de ter nascido japonês, se pudesse, mas vamos continuar. Há anos comecei a participar de atividades relacionadas a cultura do Japão, seja ela específica ou não, entrando para um grupo onde 95% dos membros são nikkeis. Para mim, alguém só se define como membro de uma determinada etnia ou cultura quando compartilha seus valores, uma certa visão culturalista. Por isso acredito que diversos japoneses se declaram mais brasileiros do que japoneses, pois não compartilham mais de suas raízes. Na verdade, brasileiros todos são , pois nasceram aqui, porém acredito muito nos valores que cada um compartilha como definidor de uma identidade cultural e não pátria, indo, portanto, muito além de características físicas. 

Já parou para pensar quantas coisas estão envolvidas, além do preconceito e discriminação, quando você chama um descendente de nikkeis de "japa" ou "japonês"? Neste momento levamos a bagagem cultural do outro em consideração e não sua nacionalidade. Poderia falar de outros brasileiros "portugas", "alemão" ou "turcos", mas este post é sobre minha relação no meio nipônico, alongaria-me muito se o fizesse. Continuando. Levando em consideração a cultura, o que nos faz chamar alguém que tem os olhos puxados de japonês, sem nem ao menos o conhecer? Esteriótipo? Costume? Ambos. Seria um preconceito? Teoricamente sim, mas o preconceito só se torna um preconceito quando se usa a palavra com intenção de ofender, o que nem sempre ocorre neste caso. 

Porém, posso dizer que minha vivência mais forte e real "como japonês", foi quando compartilhei deste sentimento de "diferenciação". Existe no idioma japonês a palavra "gaijin" para identificar "aquele que é de fora", formado pelos ideogramas de "fora" e "pessoa" (autoexplicativo, não?). A palavra pode possuir um certo significado pejorativo, quando mal empregada, assim como a palavra "japonês" do nosso português. Situação (é bom exemplificar onde quero chegar): Sabe aquele momento em que você, brasileiro, está com seus amigos e no meio deles tem um japonês e você só o chama de "japa" ou só fala sobre ele como se ele fosse diferente (Não estou sendo caxias neste ponto, onegai, só estou exemplificando)? Então, já se perguntou como ele se sente em relação a isto? Eu também não. Porém obtive a resposta, melhor, senti a resposta. Certa vez com meus amigos japoneses, fui chamado de gaijin (lembre-se que me sinto um japonês, bem como eles se sentem brasileiros). Se havia a intenção de ofender ou não, não me lembro. Porém na hora foi estranho. Senti-me diferente, senti-me como um nikkei. Por outras vezes, brasileiros ao me ver com meus amigos, pontuaram: "Ué, mas aquele ali não é japonês, esse eu consigo diferenciar". Essa doeu. 

Por dolorida que tenha sido, a experiência foi fantástica. Compreender um sentimento não é fácil, só vivenciando a mesma situação. O problema não está nas palavras, mas sim na intenção de cada um e na compreensão do outro. Hoje já não me importo em ser chamado de gaijin, coisa relativa para quem me conhece de perto. Também utilizo certas expressões. Não é minha intenção julgar ninguém por seus preconceitos; apenas gostaria de demonstrar o quanto sinto orgulho, o quanto me sinto parte, o quanto me sinto japonês, na alegria e na tristeza, na saúde ou na doença.


あなたがこの文章を読んだので、ほんまにありがとう。わかるはずでした・・・

*Lê-se nikkeis.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Bullying: modinha


Bullying in Hipster da Depressão

Esperaça

Personne à l’horizon
Personne sous mon balcon
L’espoir fait mourir parfois
Vois-tu ce qu’il a fait de moi
Vois-tu ce qu’il a fait de moi

(Ninguém no horizonte
Ninguém sob minha varanda
A esperança mata às vezes
Veja você o que ela fez de mim
Veja você o que ela fez de mim)

Rose in Saisons

Amigos e o dia do amigo

Sou um pouco cigano e remanejo posts. Eis um de meu antigo Blog, bastante pertinente ao dia de hoje : )


Na última segunda-feira, dia 18 de abril, foi comemorado o Dia do Amigo no Brasil. Alguém sabia disso? Pois é, muitos nem sabem ao certo e sempre fica a confusão geral, pois o dia do amigo é comemorado mundialmente no dia 20 de Julho, que também, acredite, é comemorado no Brasil! Posto de lado as explicações das diferentes datas, ao que parece comemoramos duas vezes. Comemoramos? Muita gente nem se lembra que o amigo existe, quem dirá o dia dele. Estamos dando de fato valor aos nossos amigos? É culpa nossa ou o mundo está nos (me) encaminhando para isto? Hoje, o número de pessoas que confiam sua vida a internet, a ninguém ou não possuem um convívio social ativo é grande e muitos nem se dão conta, vide o fenômeno dos hikokomori.


Assim, já não se veem mais grupos de amizade no pós-escola, já não se fala mais em melhor amigo. Melhor amigo? o que é isso? Muitos já nem se lembram mais como é ter um. A sociedade perverte o homem, já dizia Rousseau, e perverte também suas relações, acrescento eu. Quando falo de amigos, penso em amizades, não em contatos. Nestas últimas férias pude ver um filme francês que me chamou muito a atenção e que me fez refletir muito sobre as amizades no geral. O filme se chama Mon Meilleur Ami (Meu melhor amigo) e conta a história de um cara que acreditava ter vários amigos, quando descobre que não tem nenhum de verdade e que precisa de um melhor amigo em alguns dias para não perder uma aposta. Deixando de lado o contexto do filme, o mais importante que tirei dele foi a questão do melhor amigo, o quanto é fácil se enganar depois de uma certa idade e pensar que se tem muitos amigos. As pessoas geralmente não agradecem aos amigos que têm, não dizem frequentemente "Que bom ter a sua amizade", "Eu gosto de você", entre outras coisas, pois isso virou motivo de escárnio ou ironia, sempre seguido de uma resposta, como: "O que você quer?". É como se precisássemos de uma intenção para elogiar. É como dizia Maquiavel, em O Príncipe, sem tomar seu sentido original, mas usando-o para o fim a que escrevo: "Os homens hesitam menos em ofender quem se faz amar do que em ofender quem se faz temer" Como nos acostumamos com coisas ruins!


Assim sendo, declaro o quanto sou sortudo, pois pertenço a um grupo de pessoas que se não são meus amigos, estão me enganando muito bem, o grupo de taiko ao qual faço parte. Não sei se muitos percebem, mas ter uma amizade e uma união como a existente ali, não se encontra em qualquer lugar. União essa que se faz ao redor de uma cultura e também ao respeito as diferenças. Não somos perfeitos, falamos mal uns dos outros, característica inerente ao ser humano, mas ninguém quer destruir ninguém. Diversão + amizade verdadeira tornam-se artigos de luxo quando se encaminha para a vida adulta, melhor amigo então, é quase como achar um diamante.


Logo, se você não dá valor a estas coisas hoje ou melhor, se você não demonstra valor a estas coisas hoje, tome cuidado, o amanhã chega rápido e você pode estar sozinho. Não mate seus melhores amigos, brigas existem, são necessárias, pois algo não vai bem. Portanto, se você perdeu o primeiro dia do amigo, não perca o segundo e dê valor a suas amizades e principalmente a quem se importa com você.






Ah, sobretudo, tenha um melhor amigo !

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Ofender

"Os homens ofendem mais aos que amam do que aos que temem"

Nicolau Maquiavel in O Príncipe

Em vão

Depois de varar madrugada
Esperando por nada
De arrastar-me no chão
Em vão
Tu viraste-me as costas
Não me deu as respostas
Que eu preciso escutar
Quero que você seja melhor
Hei de ser melhor também


Marisa Monte  in   Depois

Sentia solidão

でも心のどこかで、いつも孤独を感じていた
 (Mas em algum lugar no meu coração, eu sempre me sentia sozinho)


Kawai Keisuke in  にぃにのことを忘れないで, dorama